FERNANDO LARCHER / SÃO JORGE DA MINA NO FINAL DO DOMÍNIO PORTUGUÊS. SOB FILIPE III 1621-1640

 

FERNANDO LARCHER

SÃO JORGE DA MINA

NO FINAL DO DOMÍNIO PORTUGUÊS

Sob Filipe III

1621-1640

através da cronologia

                1621

15 Set.- é nomeado colector apostólico em Portugal Antonio Albergati[1]

                1622

Jan. – Escreve Manuel Severim de Faria:

“O Senhorio que os Reys deste Reyno tem em Guiné (em que se incluem os Estados de Cabo Verde, Mina, S.Thomé, Angola e parte do Congo) foi primeiramente concedido aos Reys de Portugal por huã Bulla do Papa Martinho 5º, e depois por outras de Eugenio 4º, Niculao 5º, Sixto 4º e Leão Xº, nas quaes dizem os Summos Pontifices que daõ o dominio daquelas terras a esta Coroa, com condiçaõ que os Reys della proueiaõ de Sacerdotes, e Ministros do Euangelho que bautizem, e ensinem nossa Santa Fee aos naturaes da terra, encarregandolhe sobre isso suas consciencias, como se vee do theor de todas ellas. E por o mesmo respeito deraõ tambem aos Reys o padroado de todas as Igreias daquellas Prouincias, e os dizimos dellas applicaraõ á Comenda Mestral da Ordem de Christo pera mais largamente acodirem os Reys a estes gastos, o que por ser notorio, e largo de referir, se naõ aponta com as mesmas palauras das bullas Apostolicas. [2]

[…]

O primeiro lugar que os Portuguezes pouoaraõ na Costa da Guiné foi a Mina, no anno de 1482. E nelle se fes a primeira oregação, como a dá a entender Ioaõ de Barros, […]. E com auer isto 139 annos, não há mais naturaes christaõs, que os de tres ou quatro Aldeas, que estaõ iunto das nossas fortalezas da Mina e Axem, sendo o destricto deste gouerno grande, que passa de duzentas legoas.”[3]

E mais adiante afirma:

“Deste dinheiro se ordenará ao Reytor da Uniuersidade que faça acomodar huãs casas competentes pera este Collegio [o Seminario ordenado pelo Decreto do Concílio Tridentino, na sessão 24 de Reformatione] (que em Coimbra naõ faltaõ) e que faça prouizaõ dos moueis necessarios, e de algum deposito do rendimento dos primeiros dous annos; o que feito se deuem mandar trazer dos destrictos do Cabo Verde, Mina S.Thomé e Angola, sincoenta ou cem moços escolhidos pellos Bispos, Gouernadores, ou Religiosos a quem Sua Magestade encomendar esta diligencia, os quaes nesta escolha elegeraõ os que forem mais habeis, e mais nobres, e principalmente os filhos e parentes daquelles Regulos, que todos elles os daraõ pera este effeito com muita facilidade, como se iá uio nos que os Reys de Congo Dom Ioaõ e Dom Affonso cá mandaraõ antigamente, e nos que agora deraõ os Reys da Serre Leoa e terra firme do Cabo Verde ao P.e Balthezae Barreira, nestes annos proximos que lá andou.”

 

 

                Fundação da Propaganda Fide, VII, 96

1622

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Antonio Albergati

João Baptista Palotta

Fabio, bispo de Consano

Lourenço Tramali

Alessandro Castracani, bispo de Nicastra

 COLECTORES APOSTÓLICOS EM PORTUGAL[4]

Entre 1622 e 1637

_______________________________

                1622 – Ataque holandês sem êxito a S.Jorge da Mina

1622 – O novo governador da Mina, D.Luís Tomé não chega a embarcar para a fortaleza

1623

21 Fev.- Análise do requerimento do governador da Mina pedindo provimentos para enviar às missões da fortaleza da Mina, na qual se refere:[5]

“Por parte do gouernador da Mina se aduirte que o prinsipal prouimento que uai áquella fortaleza, saõ uinhos e hé costume mandaremse todos os annos.

Farinha para as ostias, sera pera se selebrar~e os oficios deuinos, azeite pera a lampada do Santissimo Sacramento.

Hé neçessario mandarse h~u cleriguo, porque já de lá se pedio, porque os que lá estauaõ facauaõ muito doentes á partida dos ultimos nauios que della uieraõ, que uai em tres annos e hé muito posiuel que estaiaõ sem quem comfesse e administre os Sacramentos.

[…]”

23 Fev. – Parecer do Conselho, datado de Lisboa, dando resposta ao pedido do Governador da Mina (vide 1623, 21 Fev.) para que se enviem objectos de culto e um clérigo à fortaleza da Mina[6]

4 Ago. – Carta delRei ordenando que seja enviado à Mesa da Consciência e Ordens um papel enviado por Antonio Colaço, procurador das prouincias da Companhia de Jesus, sobre o modo em que se poderiam enviar religiosos a Angola, Congo, Serra Leoa, Mina, São Tomé e outras partes da Costa da Guiné[7]

7 Out. – Despacho ordinario ao qual foram enviadas três consultas da Mesa da Consciência e Ordens, uma das quais sobre os religiosos da Companhia de Jesus que hão-de ir a Angola e outros lugares da Costa da Guiné[8]

 

1623 – A partir de Axém os portugueses fazem uma expedição pelo rio Ankobra fundando a 15 milhas da costa um forte em Duma

Urbano VIII

Ago.1623-Jul.1644

1624

26 Jul. – Carta do Pe Sebastião Gomes, S.J., em que afirma ter sabido com segurança por ingleses que neste ano de 1624 iam naus holandesas poderosas povoar a Serra Leoa para dali impedirem todas as navegações. Referindo-se às consequências escrevia: “por terra podem fazer muita guerra a Mina por ficar muito perto da Serra polla terra dentro, e a terra em si facil de andar.” (in Descrição da Serra da Leoa, p.364)

 

1624 – D.Francisco de Soto Maior é nomeado capitão do castelo da Mina

 

1624 – os holandeses assinam um contrato com o rei de Fanti, Ambro Baffo

1625

25 Out. – as tropas holandeses sofrem um desastre em S.Jorge da Mina contra ao portugueses que contam com o apoio de três companhias asafo da vila satélite da Mina

Vide in MNA, v.VII, p.389-393, a:

 Relaçam da /

Milagrosa Victoria /

 que Alcansov Dom Francisco Sovto/

Mayor, gouernador da fortaleza de S.Jorge da Mina contra osn rebeldes/

, & inimigos Olandeses, de dezanove naos, o anno de mil seiscentos/

& vintecinco, aos vintecinco de Octubro, Sabbado, dia dos /

Também publicada in Quadro elementar…, XV, p.115-s

___________________________

 

1625, 26 Out.-5 Nov.- Os holandeses permaneceram defronte dum desambarcadouro perto da fortaleza

 

1625, 5 Nov.- os holandeses recomeça a bombardear a fortaleza sem sucesso

 

1625, 14 Nov.- os holandeses partem para uma sua fortaleza em Bonirem

                1625, 29 Nov.- a armada holandesa regressa à Flandres

__________________________________

1625    >       57

1632    >    115

HOMENS PERMANENTES EM S.JORGE DA MINA

__________________________________

                >1628 – Os holandeses fortificam-se na ilha de Bezeguiche

 

1628 – é dado um regimento a Cosme Couto que leva socorro à Mina

                1629

25 Dez. – data duma carta holandesa feita em Mori, hoje na Biblioteca real de Haia, colecção Leupen, carta 743

1630

1 Abr.- dá-se a Cosme Couto para o socorro à Mina e a Axém, o mesmo regimento que já levara em 1628.[9]

2 Abr.- decreto do Governo do qual consta que se está fazendo prestes um religiosos da Ordem de Cristo para ir à Mina, para ali administrar os sacramentos e se manda que o conselho ordene que se lhe faça “o gazalhado, e se lhe desse o mais que se costuma para sua embarcação. E assy se passassem os despachos necessarios para na Mina se lhe pagarem suas ordinarias na forma costumada. E os despachos se podia fazer com os nomes em branco, para se porem logo que chegar auizo do Prior de nossa Senhora da Luz, o nome do Religiosos de que se tem mando do saber.” (cfr.consta do parecer infra referido de 1630, 4 Abr.)  (vide 1630, 11 Abr.)    MMA, v.VII, p.617

4 Abr. – Do parecer sobre vencimentos a pagar ao sacerdote a enviar à fortaleza da Mina, na sequência do decreto supra referido (2 Abr.), consta:

“Reçebendosse o dito decreto se mandou logo fazer diligencia nos liuros deste Conselho sobre se ver se auia exemplo de alg~us Religiosos ou Saçerdotes que foraõ seruir á Mina, do que se lhe deu para seu apresto da jornada.

E pello registo que vay com esta consta mandarse dar no thezoureiro da Casa da India ao Saçerdotte Manoel Christouaõ, que foj á Mina por Capelam da jgreja daquela fortaleza, 20$000 reis adiantados, que hé a metade do ordenado que auia de auer.

E porque o ditto registo daclara que se lhe mandauaõ pagar os dittos vinte mil reis sem embargo da ordem que há em contrario, e V.Magestade por carta sua de 16 de Março deste anno, em reposta de huã consulta que por este Conselho se fez sobre Dom Manoel Pereira que vay por Gouernador do Reyno de Angola, pedir ajuda de custa e que se lhe paguem mil ++.dos [cruzados] adiantados´á conta de seu ordenado, XXX ”

AHU – Cód.476, f.71-71v. Transcrito in MMA, v.VII, p.617-618, doc.233

 

11 Abr. – Parecer do Conselho sobre a consulta da Mesa da Consciência e Ordens sobre Gaspar Lopez, clerigo Presbítero, e fr.Julião dos Santos, freire professo da Ordem de Cristo que se embarcam para a Mina para administrar os sacramentos. Dá-se ordem sobre a embarcação, gasalhos e regra do navio em que vão. No que toca a ajudas de custo o conselho diz não ter competência para tal.

Em despacho à margem, da mesma data, D.Diogo manda dar a cada um 15.000 réis para se proverem dos livros e mais coisas necessárias para o Ministério a que vão.[10]

13 Jul. – Consulta sobre uma petição do Procurador Geral da OC para que se proponham sujeitos da OC para as prelazias ultramarinas   .MMA, v.VII, p.632-633

1631

12 Fev. – Carta da Propaganda Fide ao Colector Apostólico para que o Vigário da Mina envie relatório permonorizado sobre o estado religioso e necessidades espirituais, bem como dos legares da sua jurisdição.[11]

25 Fev. – Súplica dos Vigários da Mina ao Papa, pedindo ao Papa certos privilégios já anteriormente concedidos aos carmelitas, por estar afastado o bispo[12]

14 Jun.? – Relação da Costa da Mina, na qual o Colector Apostólico relato, informado pelo antigo Governador, o mau estado religioso da Jurisdição Eclesiástica de S.Jorge da Mina e propõr remédios  MMA, v.VIII, p.44-46

20 Set. – Carta da Propaganda Fide ao Colector em Portugal. Pretende-se enviar missionários para a Mina. Faculdades especiais a conceder ao Padre Vigário[13]

 

1 Nov. – Carta do Colector Apostólico ao Cardeal Bórgia sobre o envio de missionários para a Mina[14]

 

1632

27 Mar. – Trata de um breve pontifício para a Vigário da Mina  VIII, p.165-166, doc.31

4 Maio – Carta régia de nomeação, por três anos e mais o que El-Rei entendesse por bem, de Pedro Mascarenhas como governador da Mina[15]

13 Out. – Relatório do Vigário da Mina à Propaganda Fide, datado da Mina, em que aborda a cristandade dos arredores da Mina, a superficialidade do cristianismo dos habitantes dependentes da fortaleza, os ritos e superstições de gentios e cristãos e os esforços vãos dos governadores portugueses contra os feiticeiros[16]

 

1632 – Relação da Cristandade da Mina  Bcasanatense – Roma, Ms.2681, f.130-132v. Transcrito in MMA, v.VIII, p.214-217

 

1633

23 Abr. – Consulrta de Estado sobre o socorro a enviar à Mina a pedido do Governador Pedro de Mascarenhas[17]

30 Abril – Apreciação do relatório do Vigário da Mina, situação religiosa da fortaleza e abandono por parte dos portugueses, sem ânimo para a recuperação do comércio[18]

24 Jun. – Carta régia a Francisco de Lucena, referente à Consulta do Conselho de Estado de 23 de Abril, sobre o socorro a enviar à Mina, a pedido do governador Pedro de Mascarenhas[19]

29 Ago. – Referência ao relatório sobre os povos da Mina e pedido de notícias pormenorizadas ao Colector Apostólico em Portugal[20]

 

1634

8 Mar. – Carta régia, enviada de Madrid, ao Conde Vice-Rei sobre o socorro a enviar à Mina a pedido do Governador Pedro Mascarenhas e sobre uma caravela que vindo de S.Tomé par esta praça fora tomada por um capitão francês[21]

14 Mar. – Consulta do Conselho de Estado sobre a carta Governador da Mina, Pedro de Mascarenhas

24 Set. – Carta do governador de S.Tomé, Lourenço Pires de Távora, a El-Rei em que aborda o Estado da fortaleza da Mina, em que dá notícia do falecimento de Pedro de Mascarenhas e da sua substituição por Frei Duarte Borges, professo da OC[22]

10 Out. – Carta do capitão-mor da Mina, André da Rocha Magalhães, a El-Rei dando conta do estado da fortaleza, da partida de Manuel de Barros com informações, da deterioração dos vinhos com excepção dos da Madeira, da ronda dos holandezes à fortaleza e do envio de roupas da Índia para com elas pagar aos soldados[23]

5 Nov. Manuel de Bairros, soldado da Mina, chega a S.Tomé vindo daquela fortaleza a bordo duma nau ingleza para dar avizo do estado da fortaleza[24]

1635

5 Jan. – Carta em que o governador de S.Tomé dá conta a El-Rei da morte do governador da Mina Fr.Duarte a quem sucedeu André da Rocha Magalhães que servira de Alcaide mór nela “com cuya eleiçaõ me auizaõ se vaõ melhorando algumas desordens que no gentio se hiaõ ateando:”, acrescentando “mas sobre tudo se requer a V.Magestade, acuda á dita fortaleza com o seu auxílio.”[25]

1637     S.Jorge da Mina é conquistada pelos holandeses

 

 

 

 

 

 

 

S DA MINA

ESCRIVÃES DA MINA

 

 

 

 

 

 

ANDRÉ DA ROCHA MAGALHÃES

Capitão-Mor e Governador da Mina em 1634

Por morte subita do Vigário Frei Duarte Borges, em Outubro? de 1634, que assumira o governo da fortaleza da Mina, pelo curto espaço de três meses, na sequência da morte do governador Pedro Mascarenhas, André da Rocha Magalhães, que fora criado de Pedro de Mascarenhas, é eleito para o governo da Mina. A notícia chega ao governador de S,Tomé levada pelo soldado Manuel de Barros a bordo de uma nau inglesa qua aporta à ilha em 5 de Novembro de 1634. Conhece-se uma sua carta de 10 de Outubro a D.Filipe, dando conta de ter sucedido no governo da Mina “cõ aplauzo de todo o pouo della”, do envio de notícias através de Manuel de Barros, e da ameaça dos holandeses (doc.74). Esta carta é por certo a que acompanhou a da Princeza Margarida de 7 de Março de 1635, e que era acompanhada de três cartas do Governador de S.Tomé, cuja recepção o monarca acusa em carta de 7 de Abril seguinte, na qual pede a indicação de pessoas para o cargo de governador. Em carta de 17 de Março de 1635, datada de Lisboa, Luis Galvão de Lemos, com base em informação de Manuel do Basto, que foi condestável da Mina, considera-o “pesoa insufficiente para o cargo que administra; a qual informaçaõ me deraõ outros homens que uieraõ da ilha de San Thomé.”, num contexto em que a fortaleza “está muito arriscada”. Em 2 de Março de 1635, André da Fonseca, agora regressado da Mina, informa “Que a pessoa que hora fica gouernado hé de satisfaçaõ. Que foi daqui com Pero Mascarenhaz e elle o tinha feito capitaõ mor e que sahio elleito pella gente da fortaleza.” (doc.80)

Em 1635 Filipe III nomeia governador Francisco de Mello de Castro.

 

 

v.VIII, doc.    83, 85

 

MANUEL DE BARROS

Soldado da Mina que aportou na ilha de S.Tomé em 5 de Novembro de 1634 numa nau ingleza que passara na fortaleza da Mina e ia para Londres, para levar notícias da situação aí existente, onde o Alcaide mór André da Rocha Magalhães substituira o governador Fr.Duarte Borges falecido subitamente. O Governador Rocha Magalhães refere-se-lhe em carta de 10 de Outubro dizendo “que estaua seruindo a V.Magestade nesta fortaleza, e o tem feito em outras occaziões de perigo, em as quais mostrou nuito animo, e nesta o fez cõ o mesmo, leuado só do interesse de naõ hauer nenhuã em que deixase de mostrar a uontade que tinha de se empregar no seruiço de V.Magestade,[…]”

Em S.Tomé informa o governador Lourenço Pires de Távora, ignorando-se se levou pessoalmente as notícias a el-Rei como parece ser intenção de André da Rocha na sua carta de 10 de Outubro.

 

FONTE: Carta do Governador de S.Tomé a D.Filipe III, datada de S.Tomé 24 de Setembro de 1634. AHU, S.Tomé, cx.1, doc.nº112

 


[1] Bolonha ,16 Set.1566 – Roma, 13 ou 14 Jan.1634. Foi anterirmente núcio em Colánia, função para a qual fora nomeado em 26 de Abril de 1610.

Colector em Portugal, de 1621 a 1624, fez para a Propaganda Fide uma crítica ao padroado português. Os relatórios originais em língua portuguesa que recolheu encontram-se hoje no Cod.Corsiniano 495-39-B-4. A seu respeito Dizionario biografico degli Italiani, v.I, Roma, 1960, p.615-617

[2] Apontamento de Manuel Severim de Faria sobre a fundação de seminários para a Guiné in ARHM – Salazar y Castro, ms.B-4, f.95-105v. Transcrito in MMA, v.IV, 2ªsérie, p.666-669, maxime p.667, doc.172.

[3] Idem, maxime p.668.

[4] Datando a sua instauração regular em Portugal a partir do reinado de D.João III, vão desempenhar um papel importante no período da união pessoal dada a ausência de núncio, que apenas existe em Madrid

[5] AHU, S.Tomé, cx.1, doc.75. Transcrito in MMA, v.XV, p.507, doc.189

[6] AHU, Cód.35, f.52v. Transcrito in MMA, v.VII, p.96

[7] ANTT, Mesa da Consiência e Ordens, liv.26, f.131. Transcrita in MMA, v.VII, p.134, doc.42

[8] ANTT, Mesa da Consciência e Ordens, liv.26, f.140v. Transcrito in MMA, v.VII, p.134, nota

[9] AHU, Cód.376, f.67v.

[10] AHU, Cód.476, f.83. Transcrito in MMA, v.XV, p.564, doc.206

[11] APF – Lettere Volgari, v.12, f.15. Transcrito in AMM, v.VIII, p.107, doc.23

[12] APF – Memoriali, v.391, f.36 e 45v. Transcrito in MMA, v.VIII, p.4-5, doc.2

[13] APF – Lettere Volgari, v.11, f.107-107v. Transcrito in MMA, v.VIII, p.60, doc.13

[14] APF – SRCG, v.74, f.316-316v. Transcrito in MMA, v.VIII, p.82-83, doc.15

[15] ANTT, Chancelaria de D.Filipe III, liv.26, f.78-78v. Transcrito in MMA, v.VIII, p.303-305, doc.73

[16] APF – SRCG, v.103, f.85-86. Transcrito in MMA, v.VIII, p.185-187, doc.38

[17] Referida na Carta régia de 24 de Junho, ref.infra

[18] APF – SRCG, v.103, f.84-84v. Transcrito in AMM, v.VIII, p.223-224

[19] BNM, Ms.3.014, f.274-274v. Transcrito in AMM, v.VIII, p.235-236, doc.52

[20] APF – Acta, v.8, f.293. Transcrito in MMA, v.VIII, p.247, doc.57

[21] BNM – Ms.3.014, f.277. Transcrito in AMM, v.VIII, p.257

[22] AHU – S.Tomé, cx.I, doc.nº112. Transcrito in MMA, v.VIII,p.303-305, doc.73

[23] AHU – S.Tomé, cx.1, doc.nº111. Transcrito in MMA, v.VIII, p.306-308, doc.74

[24] Cfr. referido em carta do Governador de S.Tomé, Lourenço Pires de Távora, de 5 de Jan., ref.infra

[25] AHU – S.Tomé, cx.I, doc.nº112. Transcrito in MMA, v.VIII,305

[26] Paulo Freire de Noronha foi nomeado governador de S.Tomé por carta régia de 20 de Fevereiro de 1668, e chamado ao reino em 1671 ainda antes de concluir o seu tempo.

[27] BNP, Fonds portugais, v.25, f.89-90v. Transcrito in MMA, v.XIII, p.153-159, doc.65.

[28] O Padre António Brásio, AMM, v.XIII, p.158-159, transcreve uma Rellação das praças que as Naço~es occupaõ na Costa da Mina, com a indicação do número de saldos e de peças de artilharia. Inclui nas Nações a Holnda, a Inglaterra e a Dinamarca..

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