DA DIGNIDADE DE MARECHAL E DOS SEUS TITULARES EM PORTUGAL ATÉ AO SÉC.XVII

FERNANDO LARCHER

DA DIGNIDADE DE MARECHAL

 

 

 

E DOS SEUS TITULARES EM PORTUGAL

 

 ATÉ AO SÉC.XVII

Nota Sumária

2012

I

 

Da Dignidade de Marechal em Portugal

1. Do aparecimento de título de marechal em Portugal; 2. do regimento do marechal; 6. o novo posto de marechal dos meus exércitos criado em 1762.

1. A dignidade de marechal (marechal da hoste) aparece em Portugal, simultaneamente com a de condestável, com a vinda dos auxiliares do conde de Cambridge, em 1381 ou 1382[1]:

“Onde sabee que neeste tempo e em esta hida, se começarom dous offiçios em Portugal novamente, que ataa estomçe em el nom avja, a saber, Comdeestabre, e Marichal; e tomado tal costume dos Imgreses que entom veherom, fez elRei comde estabre o comde Darrayollos Dom Alvoro Perez de Castro, e marichal Gomçallo Vaasquez Dazevedo. E se alguem disser, quem husava ante das cousas que a estes cavalleirosos offiçios perteemçe, dizeelhe que fazia todo o Alferez moor; […].”

O primeiro marechal de França fora Henrique I Clement[2] (+1124), designado por Filipe Augusto em 1185.

As novas dignidades são introduzidas em Portugal em plena terceira guerra fernandina contra Castela e, por isso, tradicionalmente associadas à influência do exército do conde de Cambridge sobre a organização militar portuguesa da época.

2. Segundo o regimento inserto no título LIII do Livro I das Ordenações afonsinas o marechal é “o maior e mais honrado officio da hoste” imediatamente inferior à de Condestável a quem substituía na sua falta.

O mesmo Livro I das Ordenações afonsinas ocupa-se nos títulos LI a LVI das matérias militares, tratando sucessivamente do Regimento da Guerra, e dos ofícios de Condestável, Marechal, Almirante, Capitão Mor de Mar e Alferes Mor de El-Rei.

3. No regimento da menoridade de D.Afonso V estabelecia-se “Nom fazer Marichal” e na Declaração de D.Manuel de como se havia de governar o Reyno de Portugal, depois que seu filho D.Miguel da Paz herdasse Castela, estabelecia-se que o ofício de Marechal não possa senão ser de portugueses.

II

 

Dos Titulares da Antiga Dignidade de Marechal em Portugal

1. as três linhagens detentoras da dignidade de marechal em Portugal: Azevedo/Coutinhos, Pereiras, condes de Serém; 2. do primeiro marechal, Gonçalo Vasques de Azevedo (+1385): em tempos de D.Fernando; perante a crise de 1383-85; 2. dos dois marechais nomeados por D.João I na família de D.Nuno Álvares Pereira; 3. de Gonçalo Vaz Coutinho, o terceiro dos marechais nomeados por D.João I, e dos Coutinhos marechais hereditários do reino (sécs.XIV-XVIII); 4. dos Condes de Serém marechais e da extinção do título.

1. A antiga dignidade de marechal, que dura quase três séculos, esteve centrada na mão de três linhagens: a do primeiro marechal, que se prolonga em seu genro Coutinho e respectiva descendência; a dos Pereiras, intercalada na anterior no reinado de D.João I; e, por fim, a dos Condes de Serém.

Gonçalo Vasques de Azevedo,   e depois de uma intercalação (dos Pereiras), seu genro Gonçalo Vasques   Coutinho, e respectiva descendência 1º, 4º a 9º marechais
Pereiras 2º e 3º marechais
Condes de Serém 10º e 11º marechais

AS TRÊS LINHAGENS   DETENTORAS DA DIGNIDADE DE MARECHAL

2. É primeiro marechal em Portugal Gonçalo de Vasques de Azevedo, senhor da Lourinhã e Alcaide de Torres Novas, a quem D.Fernando dá esta dignidade em 1382.

Gonçalo Vasques de Azevedo, senhor da Lourinhã desde 1373[3], era filho de D.Francisco Pires prior de Santa Cruz de Coimbra e de uma monja do Lorvão Teresa Vasques de Azevedo sobrinha do alferes mor Gonçalo Gomes de Azevedo

D.Francisco Pires                    de                  Teresa Vasques de Azevedo

Prior de Santa Cruz de Coimbra                                       Monja de Lorvão

GONÇALO VASQUES DE AZEVEDO      oo           D.Inês Afonso

1º marechal de Portugal                              cunhada de D.,Leonor de Teles

l

_________________________________

GONÇALO VASQUES COUTINHO oo D.Leonor Gonçalves de Azevedo               Álvaro Gonçalves oo Sancha Andeiro

4º marechal de Portugal                                                                                                          f.João Fernandes Andeiro

PARENTESCO ENTRE O 1º E O 4º MARECHAIS

De Gonçalo Vasques de Azevedo dá Fernão Lopes notícias várias, nomeadamente que é enviado. Por D.Fernando, com o conde de Arraiolos ao rei de Castela e que se recusa a ir ao saimento do mês de D.Fernando.

Porém, figura entre os fidalgos que apoiaram D.Leonor Teles em Santarém e que receberam D.João I de Castela e D.Beatriz em meados de Janeiro de 1384, quando entraram nessa vila.[4] Os monarcas albergaram-se mesmo em sua casa.

Tendo ido, com seu filho, para Castela, onde foi nomeado adiantado de Castela a Velha, foi objecto de penalizações pelo regente de Portugal.

Viria a morrer, como seu filho, na batalha de Aljubarrota.[5]

3. Em tempo delrei D.João I são nomeados três marechais, dos quais os dois primeiros são respectivamente primo direito e primo segundo de D.Nuno Álvares Pereira:

O primeiro, consequentemente segundo marechal, é Álvaro Pereira[6] (1385-1386), eleito para o cargo pelas Cortes de Coimbra de 1385, onde esteve pelo braço da nobreza, ainda em vida do primeiro marechal.

Desempenhou o cargo pouco mais de um ano porque já era falecido em 19 de Agosto do ano seguinte

Era filho de Rui Gonçalves Pereira e neto do arcebispo primaz D.Gonçalo Pereira, também avô de D.Nuno Álvares Pereira, sendo consequentemente primo deste.

Foi senhor da terra da Feira

Casou com D.Mécia Vasques, filha de Vasco Martins Pimentel. Dum filho destes, João Álvares Pereira, procedem os condes da Feira.

Faleceu, quando regressava do cerco de Coria em Julho de 1386.

D.Gonçalo Pª

_________________________________________________

D.Gonçalo Pª                                                                              D.Rui Gonçalves Pª

Bispo de Lisboa e Arcebispo primaz

____________________________________

D.Álvaro Gonçalves Pª                 Rui Gonçalves Pª               D.Aldonça Rodrigues Pª  x  D.Gonçalo Nunes Camelo

PH

______________________________

D.Nuno Álvares Pª     D.Pedro Álvares Pª      ÁLVARO Pª                           D.FR.ÁLVARO GONÇALVES CAMELO

Condestável                    PH                      + Jul.1386                                                                            PH

+ 1324

PH – Prior do Hospital

OS PEREIRAS, 2º e 3º MARECHAIS DE PORTUGAL

Genealogia simplificada

O segundo, o 3º marechal, é D.Fr.Álvaro Gonçalves Camelo[7] (+1423), que se passaria para o lado castelhano.

Uma inscrição funerária, gravada em tampa de sarcófago, atesta a sua sepultura na Igreja Matriz de São Pedro da Sertã:[8]

DOM FREJ ALVARO GONÇALVEZ CAMELO PRIOR DO HO/

NA ERA DE MIL E CCC E L <XI> ANO

Da confiança de D.João I foi por este, depois da morte do segundo marechal, nomeado marechal do Reino e Meirinho Mor de Entre Douro e Minho e Trás os Montes

O Livro das Linhagens de D.Pedro refere que D.Álvaro era filho de D.Aldonça Rodrigues Pereira e de D.Nuno Gonçalves Camelo e que aquela era filha de D.Rui Gonçalves Pereira, meio irmão do bispo de Braga D.Gonçalo Pereira.

Indica também o conde D.Pedro, que D.Álvaro Gonçalves Camelo era criado do Prior do Hospital D.Álvaro Gonçalves Pereira.

Numa escritura datada de Arrifana de Sousa, 7 de Fevereiro de 1394, aparece referido com os títulos de Marechal, Prior do Crato e Meirinho Mor de Entre Douro e Minho[9]

Em 1396 foi preso no Castelo de Coimbra e privado de tudo. No ano de 1398 congraçou-se com o Rei por intercessão de seu primo D.Nuno Álvares Pereira, mas em 1399 passou-se ao serviço de Castela. D.João privou-o então de tudo o que possuía. Voltaria reconciliado com D.João I em 1403. [10]

4. Durante dois séculos e meio a dignidade de marechal de Portugal vai-se manter hereditariamente num dos ramos da família Coutinho.[11]

Com efeito, D.João I faz Gonçalo Vaz Coutinho[12] marechal de Portugal, o quarto neste reino, o qual era casado com D.Leonor Giz de Azevedo, filha do 1º marechal.[13]

Alcaide mor de Trancoso quando da morte de D.Fernando, segue o partido do mestre de Avis, ilustra-se como o vencedor e herói da batalha de Trancoso em 1384.

No ano de 1405 foi condenado nas custas, por ter comprado umas casas clandestinamente junto ao muro de Pinhel.[14]

Seguiu na frota que a 25 de Julho de 1415 partiu para a conquista de Ceuta, e por carta dada em Ceuta em 24 da Agosto, D.João I doa-lhe várias terras, que de juro e herdade lhe fizera doação D.Fernando por carta de 23 de Julho de 1383, mandando que estas terras se incorporem no couto de Leomil, e que o marechal e os seus descendentes se possam intitular senhores do couto de Leomil.

Morre pouco depois.

Do seu referido casamento com Leonor Gonçalves nasceu Vasco Fernandes Coutinho, com o qual se inicia a casa condal de Marialva, que se extiguirá com D.Guiomar Coutinho casada com o Infante D.Fernando, filho de D.Manuel I.

Casou, precedendo contrato aprovado pelo rei em12 de Maio de 1412, com D.Maria de Sousa, filha legitimada[15] de D.Lopo Dias de Sousa, mestre da Ordem de Cristo

Em 1437 assina com os infantes D.Fernando e D.Henrique, com o conde de Arraiolos, com o bispo de Évora e com o capitão-mor do Mar Álvaro Vaz de Almada, as estipulações de Tânger, na sequência do desastre das tropas portuguesas. É ele que em Novembro de 1438 chefia a conjura dos fidalgos em defesa de D.Leonor contra o infante D.Pedro. Tal não impedirá que venha a ser criado conde de Marialva por carta passada em Montemor o Novo em 12 de Outubro de 1440, por autoridade do Infante D.Pedro regente. Passou a partir de então a utilizar o título de Dom.

Das suas prepotência rezam os registos das queixas dos povos: dos procuradores de Lamego nas Cortes de Torres Vedras de 1441, do Concelho de Pinhel nas mesmas Cortes, da região de Riba Côa nas Cortes de Évora de 1444, e do Concelho de Lamego, já depois da sua morte, nas Cortes de Lisboa de 1459.

Combateu em Alfarrobeira, em Maio de 1449, contra o Infante D.Pedro, e faleceu já depois de 13 de Outubro de 1450.

GONÇALO VASQUES DE AZEVEDO

1º Marechal de Portugal

e Senhor da Lourinhã

I

D.Leonor Giz de Azevedo   oo   GONÇALO VASCO COUTINHO

4º Marechal de Portugal

Senhor do Couto de Leomil

Meirinho mor, por D.Fernando, na comarca da Beira

l

VASCO FERNANDES COUTINHO[16]     oo                           D.Maria de Sousa

5º Marechal de Portugal                                f.de D.Lopo Dias de Sousa. Mestre da OC

1º Conde de Marialva                    l              e de Leonor Ribeiro. Legit.em 3 Jan.1398

l

___________________________________

D.Gonçalo Coutinho               D.FERNANDO COUTINHO   oo   D.Joana de Castro

2º Conde de Marialva                          1º do nome                     f.do 1º Conde de Atouguia

6º Marechal do Reino

+ na tomada de Calecute,  Jan.1510

l

D.ÁLVARO GONÇALVES COUTINHO oo D.Brites de Melo Soares

7º Marechal do Reino,                   l

por desistência de seu pai               l

4º capitão donatário da Graciosa          l

+ na Índia, 1524                      l

________________________________________

D.Álvaro Coutinho                               D.FERNANDO COUTINHO oo D.Leonor de Menezes

5º capitão donatário da Graciosa                              2º do nome

entre 1524 e 1552                                     8º Marechal do Reino          l

+ Alcácer-Quibir, 1580          l

l

D.FERNANDO COUTINHO

3º do nome

9º Marechal do Reino

+ Pinhel, Set.1636

OS COUTINHOS MARECHAIS DO REINO

Do 4º ao 9º Marechal

Linhagem extinta em 1636

Genealogia Simplificada

Ao conde D.Vasco sucede como 6º marechal seu filho secundogénito D.Fernando Coutinho[17], o 1º deste nome.

Em 22 Maio de 1476, D.Afonso V faz-lhe doação da vila de Pinhel e seu termo, com toda a sua jurisdição civil e crime[18]. No mês seguinte, em 5 de Junho, uma carta de D.Afonso V atribuí-lhe poder para apresentar as pessoas que de três em três anos hajam de ser coudéis na vila de Pinhel e em todas as outras suas terras[19]

Em breve assumirão relevância os conflitos entre os Coutinhos e a vila de Pinhel. Já no início do reinado de D.João II, em Julho de 1481, uma sentença régia condena a participação de Francisco Coutinho num ataque a Pinhel durante os conflitos que opuseram o concelho a seu tio Fernando Coutinho, marechal de reino[20]

Em 1503 está presente no Capítulo da Ordem de Cristo em Tomar, onde aparece referido como D.Fernando marechal. A sua comenda da Reigada, no actual concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, é uma das visitadas na Beira em 1507.

Em 12 de Março de 1509 o marechal D.Fernando Coutinho[21]  parte de Lisboa capitaneando uma armada de 15 naus dirigida à Índia, onde vai por fim às discórdias entre D.Francisco de Almeida e Afonso de Albuquerque a quem entrega o governo nos termos das instruções de D.Manuel.

No Oriente morrerá, em 4 de Janeiro de 1510, na tentativa de tomada de Calecute.

D.Álvaro Gonçalves Coutinho será 7º marechal de Portugal, por desistência de seu pai[22].

D.Manuel doou-lhe a ilha Graciosa, por carta de 3 Ago.1510[23], sendo o seu 3º capitão donatário.

Casou com D.Brites de Melo Soares, filha de Rui Gomes de Alvarenga, alcaide mor de Torres Vedras, conde Palatino, embaixador a Roma.

Por sua morte, ocorrida na Índia, em 1524, o seu filho primogénito D.Álvaro Coutinho[24], sucederá como 4º capitão donatário da Graciosa. Seu filho mais novo D.Fernando, o 2º do nome, sucederá como 8º marechal de Portugal, Alcaide mór de Pinhel, senhor e comendador da vila da Graciosa, que casou com D.Leonor de Menezes filha de Antonio Correia de Atouguia, alcaide mór de Vila Franca de Xira e 4º senhor de Belas. Morreu na batalha de Alcácer Quibir[25].

Nas Cortes de 1535, em que foi jurado o príncipe D.Manuel filho de D.João III, quem o tinha nos braços era a irmã do marechal, D.Guiomar Coutinho.

Do casamento de D.Fernando nasce o seu filho homónimo que lhe sucede como 9º marechal de Portugal, o 3º deste nome, último da linhagem dos Coutinhos. Sucedeu na Alcaidaria mór de Pinhel. Prestou juramento no acto de alevantamento e juramento de Filipe I de Portugal em Tomar.

Escreveu Lembranças que deu por escrito a seu filho D.Alvaro, partindo este e seu irmão D.Francisco para se embarcar na armada, que no anno de 1624 foi soccorrer a Bahia de Todos os Santos. É datada de 26 de Setembro desse ano.[26]

Faleceria em Pinhel, em 20 Junho de 1636, sendo sepultado na igreja da Misericórdia, donde não seria tresladado para Lisboa como solicitava no seu testamento.

5. Por morte de D.Fernando Coutinho, ocorrida, como referido, em Pinhel em 1636, é dada a alcaidaria mor de Pinhel a Diogo Soares, secretário de Estado, e o ofício de marechal, o 10º de Portugal, a D.Fernando Mascarenhas, conde de Serém, por carta de Filipe III, feita em Madrid em 2 de Setembro de 1639[27].

Este D.Fernando era filho 5º do Marquês de Montalvão, D.Jorge, título criado em 29 de Agosto de 1639 por Filipe III. Tendo acompanhado seu pai quando este foi como Vice-Rei para o Brasil, é enviado a D.João em 1641 como mensageiro da adesão do Brasil à Restauração

O monarca restaurador eleva-o a 1º Conde de Serém, por carta de 20 de Outubro de 1643. Em 1645, em plena guerra da restauração, era governador da Beira.

Do seu casamento com D.Leonor de Menezes[28] (+Out.1649), nasceu D.Jorge de Mascarenhas, que viria a ser 2º conde de Serém e 11º e último Marechal de Portugal, neste sentido tradicional, em 1650, e que morreria novo sem estado nem descendência.

O título de Marechal vai ficar extinto por cerca de um século. Só em 1672 é criado o posto militar de marechal dos meus exércitos para substituir o de capitão-general, sendo o conde de Lippe nesse mesmo ano nomeado marechal-general.


[1] 1382 escreve GAMA BARROS, HAP, t.III, p.213, que aduz FERNÃO LOPES, Crónica de D,Fernando, cap.150. No mesmo sentido de 1382, JOÃO GOUVEIA MONTEIRO, A Guerra em Portugal nos finais da Idade Média, Lisboa, 1998, p.223.

[2]

[3] D.João I retirará o lugar da Lourinhã a Gonçalo Vasques de Azevedo, por seguir o partido de Castela, dando-o ao arcebispo D.Lourenço.

[4] FERNÃO LOPES, Crónica de D.João I, v.I, cap.LXII, p.121-122.

[5][5] A seu respeito, HUMBERTO BAQUERO MORENO, “Exilados portugueses em Castela durante a crise dos finais do século XIV (1384-1388) in Actas das II Jornadas Luso-Espanholas de História Medieval, v.I, Porto, 1987, p.69-101, maxime p.81-82.

[6] A seu respeito, Monarquia Lusitana, Parte VIII, p.690.

[7] A seu respeito, Monarquia Lusitana, Parte VI, p.213-215 e 416.

[8] Vide BARROCA, Epigrafia medieval portuguesa, II, 2, p.2145-2153, nº749.

[9] Monarquia Lusitana, Parte VI, p.213-214.

[10] Vide Monumenta Henricina, I, p.304.

[11] LUIS FILIPE OLIVEIRA, “Entre a História e a Memória; Os Coutinhos e a Expansão Quatrocentista” in Anais de História de Além-Mar, v.II, p.115-126.

[12] A seu respeito, Monarquia Lusitana, Parte VIII, p.689-690.

[13] Cfr.FELGUEIRAS GAYO, Nobiliário, v.IV, p.11. No mesmo sentido, p.153, a propósito de D.M.ªda Cunha.

[14] VITERBO, Elucidário, p.406.

[15] Carta de 3-I-1398.

[16] Vide uma síntese biográfica in HUMBERTO BAQUERO MORENO, A Batalha de Alfarrobeira, v.II, Coimbra, 1980, p.792-795.

[17] Vide LUIS GASPAR RODRIGUES, “As Linhagens secundárias dos Coutinhos e a construção do Império Manuelino” in A Alta nobreza e a fundação do Estado da Índia.

[18] ANTT, Livro 2 da Beira, f.124-125. Transcrito in ILÍDIO DA SILVA MARTA, Pinhel Falcão, 2ª ed., 1996, p.76-77.. Vide FERNANDO LARCHER, Anais da Beira Côa, 1476.

[19] ANTT, Chancelaria de D.Afonso V, liv.7, f.27. Transcrito in ILÍDIO DA SILVA MARTA, Pinhel Falcão, 2ª ed., 1996, p.78.

[20] Vide BAQUERO MORENO, “Um conflito em Pinhel e seu termo no século XV” in Marginalidade e Conflitos Sociais em Portugal nos Séculos XIV e XV. Estudos de História, Lisboa, 1985.

[21] HGCRP, t.XII, Parte I, p.220-221.

[22] Cfr.FELGUEIRAS GAYO, Nobiliário, v.IV, p.15.

[23] Arq.dos Açores, v.I

[24] A seu respeito HGCRP, t.IX, p.39 e 106.

[25] HGCRP, t.IX, p.62.

[26][26] Apud Memorias da literatura portugueza, publicadas pela Academia Real das Sciencias de Lisboa, t.III, 1792, p.36.

[27] ANTT, Chanc.1639, liv.36, p.130.

[28] HGCRP, t.XI, p.413.

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